Photo Nostalgia

Apesar do 'carnaval' permanente em que parece se terem transformado certos sectores da política e financeiros nacionais, apesar das máscaras mais ou menos assumidas ou das faces ocultas, os portugueses continuam tristonhos e macambúzios. Para elevar o 'astral', aqui fica uma recordação dos Carnavais 'à maneira' que há pouco mais de 30 anos 'aconteciam' em Estremoz, um pouco por engenho e arte deste grupo de foliões que animavam corsos, colectividades e cafés. Parodiando uma telenovela da altura eis: Zé Albano, Zé Manel Figo, os saudosos António 'Costeleta' e Joaquim Viana, Apolinário Santos, Xico Chouriço e Arlindo Guerra.
Cortesia de Arlindo Guerra

BRADOS 732
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As tardes de domingos e terças-feiras de Carnaval em Estremoz nos anos cinquenta do século passado eram animadas com vigorosas 'batalhas de flores' entre as tripulações dos artísticos carros alegóricos, quando os mesmos se cruzavam, e destes para a assistência (que retribuía com o mesmo vigor) num corso em recinto fechado (com entradas pagantes) que incluía os largos General Graça, Combatentes, ruas 5 de Outubro, Vasco da Gama, Santo André e Praça Luís de Camões. Recordando esses tempos aqui fica o carro do Clube Futebol de Estremoz de 1952, com os foliões Manuel Xarepe, Joaquim Viana e o irmão 'ferrador', Marçal, António Silva, Guerra 'carpinteiro', Francisco Chouriço...
Cortesia da Direcção do CF Estremoz

BRADOS 731
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Em Estremoz, pelo Carnaval, jogavam-se renhidas partidas de futebol entre 'solteiros' / 'casados' ou 'empregados do comércio' / 'empregados de café'. Depois dos prélios atletas, técnicos, árbitros e adeptos de ambos os emblemas reuniam-se em animadas patuscadas para 'meter' mais uns golos... de tinto e branco. Recordamos esses tempos com os saudosos Carmo Pequito (árbitro) e os bandeirinhas Manecas Parente e Joaquim 'Prego' Maneta.
Cortesia de Fátima Pataco

BRADOS 730
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Quadro de uma noite de teatro na antiga Escola Industrial e Comercial de Estremoz (EICE), representada por alunos finalistas de 1963/64. Será 'O Lugre', de Bernardo Santareno?
Quem consegue tirar esta dúvida?
(Foto de Joaquim Vermelho. Cortesia de sua irmã, Beatriz)
BRADOS 729
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Passados quase 17 anos da inauguração do Centro de Saúde de Estremoz, já poucos leitores se lembrarão (e outros nem sequer os conheceram) dos terrenos envolventes do então campo de futebol da cidade e sa porta de Santa Catarina.
Este grupo de alunos dos 2º e 3º anos do Curso de Formação de Serralheiros (1965/66) da EICE apresta-se para ver uma peladinha, sem ter que saltar o muro do 'estádio'
BRADOS 728
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Na antiga EICE (Escola Industrial e Comercial de Estremoz, antecessora da E. Secundária Rainha Santa Isabel) os alunos, em particular os finalistas, promoviam récitas teatrais habitualmente na quadra festiva do Natal.
A 'chapa' de hoje recorda um desses momentos dos finais dos anos sessenta (1968/1969).
Por onde andarão hoje estes jovens actores?
BRADOS 727
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Faz amanhã 43 anos que a chapa foi batida [11.Dez.1966] no Rossio de Estremoz, frente 'aos cafés' com as velhas 'acácias' em fundo. De pé o Zé Eduardo Pereira; de óculos, o Damião Vendas e, com o inseparável chapeuzinho, Manecas Parente (saudoso trio que já fez a longa viagem) e na outra ponta o mano Jorge [Parente]. Ao centro, 'em pose de importante nababo' o benjamim do grupo, Fernando Conde (que cedeu a foto). Quantos dos que agora olham para a imagem não se terão cruzado nesse dia com o quinteto nas costumeiras voltinhas domingueiras ao Rossio?
BRADOS 726
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Outros Brados outro Alentejo. Foi sob este lema que, já lá vão três décadas, um grupo de jovens deitou ombros à tarefa de reerguer um jornal que desde há cerca de três anos vinha definhando e corria o risco de se perder definitivamente. Não se perdeu. No próximo dia 30 faz 30 anos que o 1º número desta 3ª Série saiu para as bancas, e assim tem sido desde então, quinzenalmente, sem uma falha. Esta é a sua edição número 725 e a Foto* é uma homenagem a todos os que, ao longo destes trinta anos contribuíram, para a sobrevivência deste jornal, em particular aos que já 'partiram'.

*José Emílio Guerreiro
, João Jaleca, Hermenegildo Abegoaria e Teodósio Caeiro (de pé). João Albardeiro, José Dias Sena, Joaquim Vermelho e Inácio Grazina. A negrito a equipa inicial, de que fizeram também parte António Carrapiço Cortes e José António Banha.
BRADOS 725
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A Barragem do Montinho [Estremoz] era ainda novidade quando o Rafael Silva 'Dobidá' conceituado metrologista (vulgo aferidor) e Elviro Chouriço a dar os primeiros passos nos negócios da Banca, dois 'experts' na arte de enganar as criaturas subaquáticas com o corpo coberto de escamas e que respiram através de guelras, se aventuraram nas margens da dita albufeira “a ver se os gajos picavam”. E, pela foto, tiveram algum êxito: filaram meio bichinho cada um!
BRADOS 724
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Finalistas de 1967/68 da EICE (Escola Industrial e Comercial de Estremoz) actual Secundária, numa excursão à Figueira da Foz.
Outros tempos, “quando se ia para fora... cá dentro”.
E hoje, por onde andarão os/as agora respeitáveis (quase) sexagenários?
Cortesia de José Varge
BRADOS 723
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Júlio Zé Gato (uma excepcional mão para os petiscos – passarinhos, caracóis e outros bichos móis – ali no Largo da Fonte das Bicas) e António João Silva 'o 7 cabeças' (um fino manufactor de vários ofícios, da mecânica ao fabrico e montagem de toldos) dois bons companheiros, joviais, sempre prontos para pregar uma partidinha aos amigos mais distraídos. Dois grandes 'cromos' da sociedade estremocense de meados do século passado.
Cortesia de Ilídio Silva (filho do segundo).
BRADOS 722
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Iam do final do Outono até à Quaresma. Os mais marcantes eram os de Passagem de Ano, de Carnaval (ou máscaras) da Serração da Velha, da Pinhata que enchiam – literalmente – as sociedades recreativas, as filarmónicas, Bombeiros, Cruz Vermelha, 'Encarnados' ou o Jardim de Inverno (no Teatro), Eram os bailes dos frenéticos anos 50/60 do século passado, em Estremoz, ao som das valsas, boleros, tangos, swing's, sambas, mambo, paso-dobles, chá-chá-chás e rock'n'roll das orquestras 'Caravana' ou 'Maryling'. Este, de o que o nosso assinante Gabriel Borralho nos cedeu a foto, foi no Dia de Ano Novo de 1955, na 'Porta Nova”. Quem é que identifica, os então, jovens dançarinos?

BRADOS 721
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Agora, que mais um ano lectivo dá os primeiros passinhos, recordemos aqui outros tempos e... outros alunos, estes, finalistas de 1967/68, elementos de uma 'equipa' de futebol (ou o que restou da mesma) após um jogo trapalhão.
O 'senhor enfermeiro-massagista' é o João Albardeiro (já com a competentíssima máscara por causas das gripes e das dúvidas. Para além do José Sena e do José Varge (que cedeu a foto), é só fazer um esforçozinho e identificar os restantes.
Ora, diga lá quem são!

BRADOS 720
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Há 30 anos praticava-se futebol em Veiros que aos domingos à tarde fazia encher o Campo da Pedra Alçada. Belos tempos que já não voltam. Que é feito de ti ó desporto em Veiros? pergunta João Caldeira Ramos “Paimim” (que cedeu a foto).
Em cima: Augusto Sapata, Mário Gaspar, José Augusto, Genésio, Quim Jorge, Quim Raimundoe Coelho. Meio: José Passadinhas, José Saruga (treinador-jogador), João Caldeira 'Paimim', Lúcio, Joaquim António, João Oliveira e João Amaral. Baixo: Laranjo (direcção), António Gaspar, Eliseu Cunha (árbitro), João Amaral 'Cachana', António 'Pabelo' e João Severo 'Cergal'
BRADOS 719
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Em 1941 estas prazenteiras crianças, de certo alheias à guerra que abalava a Europa, aprendiam na escola de D. Rita Bonifácio (Rua das Flores – Estremoz) o bê á bá que as preparou para as 'guerras' das suas vidas. O dono da foto já não identifica os indicados com ? e pede desculpas por isso. Em pé: duas irmãs Lapa; Violante Queijinho; ?; Fernando Cavaco; Fateixa; António Zé “Costoleta” e Teodoro “Super”. Sentados: as duas primeiras ??; irmã do Fateixa; ?; Mª do Céu e Mª Albertina Salsinha e ?. No chão: Rui; J. António Guia; Eduardo Correia “30” (dono da foto) e Chico (que foi para Évora).
BRADOS 718

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No Alentejo o Andebol era ainda considerado 'novidade', mas no Grupo Desportivo de Santiago (Estremoz) pontificava já um excelente conjunto de praticantes, 'produção' do então jovem professor João Grave Costa e de um conjunto de 'carolas' dirigentes.
Lembrando esses tempos aqui fica a equipa 'Maravilha' – juvenis da época 1981/82. De pé: Hélder, Balela, Paulo Lopes, Carlos, Paulo, Nuno Guerra e Luís Catela. Em baixo: Zé Eduardo, Quim, Vieira, António Varela e João Carlos.
Foto cedida por Nuno Guerra (que pede desculpas se 'falhou' algum nome
).
BRADOS 717

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A 'chapa' é das Inspecções de 1963 [St. André – Estremoz] no Terreiro do Loureiro, e o dono já não identifica a malta toda. De pé está o Álvaro 'Paul Anka', Avelino '33' Branco, Celestino Zorro, Tó Campino e Aguinaldo Grades. Em baixo, António Morgado, André Ourelo e António Sousa 'Puskas' (cedeu a foto) ao lado do Elias Manaças, acordeonista. Quem conhecer os outros que diga para 968650269. O pessoal quer fazer um almoço.
BRADOS 716

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Estremoz – Entre o Gadanha e o Quiosque Maniés, numa pausa depois das aulas no Colégio do Senhor Mota [Colégio de S. Joaquim – actual EB 2,3 Sebastião da Gama]. Maria José Alagoinha e Maria Leonor Rocha (que nos remeteu a foto).
Era Março de 1966!

BRADOS 715

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Em Novembro de 2009 completam-se 30 anos que a Casa da Cultura de Estremoz 'tomou em mãos' o leme do jornal Brados do Alentejo. Muitos foram os que, desde aí, participaram nesta jornada. Quatro partiram para sempre: José Sena (em 1994), Bagida Abegoaria (1996), Joaquim Vermelho (2002) e João Albardeiro (2004). Por ironias do destino o primeiro e o último deixaram-nos no mesmo mês: Junho. Por sua vez, Setembro levou-nos o Bagida e o Vermelho.
Como homenagem à memória de todos eles, aqui lembramos o Sena e o Albardeiro, em Abril de 1981, com o actual presidente da CCE, João Vieira.
Cortesia de Susana Lopes

BRADOS 714

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Selva de Bali – Índia, Maio 1959 / Março 1961. Grupo de militares portugueses em missão de soberania na então Índia Portuguesa, entre os quais estão os estremocenses Carlos Prezado 'Lipa'; João Manuel Serra, Júlio Eduardo Luna 'Ventura', Fernando Vírgilio Ramalho, Arquíminio Grave, Simão Nunes Ramalho (estremocense por adopção) e o furriel Passarinho. Quem são os outros? Quem souber que diga para o tm 96 300 88 27
Cortesia de Arquíminio Cabaço Grave

BRADOS 713

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Futebol – época 1967/68: Equipa de Juvenis do CF Estremoz. Torneio de Abertura, vice-campeã. Camp. distrital, 4º lugar classif. final e vencedora da Taça Disciplina. De pé: Zé Guerreiro, Cândido Rodrigues, Paiva das Neves, Carlos 'Zifa' Mourão, João Albardeiro, Joaquim António 'Camião', Ze Ourelo (g.r. sup.), Cesaltino Ourelo (cap.) e Artur de Jesus 'Maleitas' (treinador). Em baixo: Augusto Cabaço 'Zé dos Calos', Teodósio Caeiro, 'Belo' João, Quim Tó Margalho, João Fortio 'Fura' e A. Martins 'Tói Rasteiro'.
Cortesia de Rui Caeiro
BRADOS 712

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Um (CS), tripulante de helicóptero, foi à zona de combate para evacuar o outro (JJ), vítima do rebentamento de um engenho explosivo, no norte de Angola. Era Abril, dia 1, 1964. Depois da Guerra, o reencontro na 'mãe' Estremoz. Entre o Gadanha e o RC3.
Da esquerda: Tó Luís Banha, Chico Monteiro, João Jaleca, Lizémaco Soeiro, Carlos Sousa e Augusto Pires.
Era Maio – 1968!
BRADOS 711

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Páscoa de 1952, Os alunos da E. Primária de S. Bento do Ameixial em dia de 'Benção do Gado': Maria Antónia Gavião, Graça do Malpique, Ludjero Catita, Joaquim Inácio Gavião (que cedeu a foto), Domingas do Montalto, António Marchante, Felisbela Pardal, prof. Maria Luísa Cabalé, 'não se consegue identificar', Xico Caxias, Hirondina, João Adriano, Augusto Marchante, Joaquim José Rebola, Amauri Marchante e Domingos Sadio. Em baixo: Joaquim Augusto do Montalto, João Luís Ramos, António Ramos, Joaquim José Garrido, Zé João Cóias, Elias Rebeca e Ricardino (nomes por que eram conhecidos na altura).
BRADOS 710

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1925 / 1930 – Os mecânicos António João Silva (7 Cabeças) e José Branco tratando desta mal enjorcada maquineta, 'tetravó' dos modernos tractores que hoje roncam por todo o lado (alguns só para os donos irem à vila beber umas minis). Era o princípio do fim de juntas de bois e parelhas de muares para fabricar terras para a lavoura no Alentejo,
Foto cedida por Ilídio Silva.

BRADOS 709

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1965 – Monte do Pocinho, Estremoz. A portalegrense Margarida Ribeiro, etnóloga – que veio a Estremoz para um trabalho de estudo da cerâmica popular local – acompanhada por quatro 'rurais' [o Carlinhos, o Ginja? e os outros, quem são???) numa pausa no trabalho de preparação de terrados de um olival.
A foto pertence ao Centro de Documentação Margarida Ribeiro, do Museu Municipal de Coruche e foi-nos remetida de Coimbra pelo nosso assinante Vasco Gil Mantas.

BRADOS 708

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