Photo Nostalgia

Na sua maioria são hoje respeitáveis septuagenárias. Quem ainda se / as reconhece?
São as alunas da professora Elvira Badalo, na há muito extinta Escola Primária da Rua do Lavadouro, em Estremoz, no ano de 1947.
Cortesia de Armanda Pimpão
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Está um pouco maltratada, coitada, devido à sua já provecta idade, Terá sido 'batida' em meados do Século XX para 'fixar' um grupo de alunos canteiros artísticos da então Escola Industrial de Estremoz.
Em baixo estão Cardinhos, Manuel Xarepe, Armando Fortio e Pires. Sentados (ao meio) vêem-se Gonçalves, Manuel Freitas, António Banha e Manuel Falcato. De pé são o Cardoso, João Gomes, Valdemar, Claro, Ferreira, Ângelo Madeira e Armando Tempero.
Cortesia de M. Xarepe
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Em Maio de 1985 elementos do CDCR dos CTT de Estremoz, integrados numa representação do distrito de Évora, deslocaram-se à Madeira para participar nos Jogos Nacionais dos CTT.
Entre os estremocenses podem ver-se, Galindro (fila de cima), Candeias, Carlos Mourão e Zé Leal (na fila do meio) e José Véstia, António Pataco, João Correia e Ironina Cabaço (em baixo).

Cortesia de Angélica Pataco
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Quando Portugal “ainda não era europeu”, havia o hábito cá pelo cantinho lusitano de, mais ou menos por alturas do São Miguel [mês de Setembro], se começarem as lavouras e preparação das terras para a sementeira. Tudo feito à força de braço humano e tracção animal. Como ainda não se utilizavam herbicidas e outros venenos, as 'mondas' eram feitas por ranchos de mulheres, como estas três irmãs – Adosinda, Ricardine e Maria José Matos – nos anos Cinquenta do século XX, preparadas para a labuta na Herdade da Cerca.
Cortesia de Ricardina M Cabaço

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Em 1949 os alunos do colégio estremocense do Dr João Falcato visitaram Coimbra e, de passagem por Castelo Branco, aquele docente bateu a chapa com todo o grupo na escadaria dos Reis de Portugal. Entre outros, o dono da foto, o nosso assinante Álvaro da Silva Ângelo “Victória”, ainda consegue identificar os companheiros “Marafona”, Peças, José e Manuel Serrano, Vicente – mais conhecido por Zé do Víctor, Juvenal, Víctor Sedas Carvalho, Pinto... Os outros, que lhes perdoem, mas já esqueceu os nomes

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Na sequência da publicação das fotos das marchas do Outeiro e do Castelo, o nosso assinante Emídio Mourinha, fez-nos chegar a foto da vencedora do último ano em que se realizaram Marchas Populares em Estremoz [talvez 1955] e que foi a Marcha de Santiago, que desfilou com a “marcha”: «Santiago é teu /Está perto do céu /Vem para ele e faz as pazes. /Ele é Bairro antigo /Mas já tem abrigo /No coração dos rapazes.», uma letra de Afonso Xarepe.
Entre os marchantes podem identificar-se, Crisanto Amante, Carmosino Madeira e Irene Pardal (hoje casados), Florimundo Estrela e... E. Mourinha.

N.R. - A propósito da Photo anterior, a nossa leitora Angélica Pataco informa que o professor não identificado era o de Matemática. Mas também não se recorda do nome. A mestra de Lavores é D. Joana de Almeida Simões e não Albuquerque como foi escrito por erro.
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A Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz 'nasceu' em 1924 como Escola de Artes e Ofícios, mais tarde elevada a Esc. Industrial António Augusto Gonçalves, com cursos de Canteiro Civil, Canteiro Artístico, Oleiro e Tapeceiro. Durante anos esteve instalada num edifício da Rua da Pena, mais tarde sede da Mocidade Portuguesa [local onde, em 1946, foi batida a chapa que hoje publicamos].
Como homenagem a todos que fizeram e engrandeceram a hoje ESRSI (professores, mestres e pessoal auxiliar) aqui fica a lembrança de um grupo de pioneiros que muito marcaram, pela positiva, a Escola: De pé – Pelágio Fragoso (secretaria), José Francisco e Matias Silva “Pépé” (contínuos). Sentados – mestre Joaquim Prudêncio de Oliveira (Cantaria); professor *; professor e escultor José Maria de Sá Lemos (director), mestres Joana de Albuquerque Simões (Lavores) e Mariano Augusto da Conceição (Olaria).
* Manuel Xarepe, que nos cedeu a foto, não recorda o nome deste professor

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Mais uma ano lectivo em começo, regresso massivo às aulas, primeiros passos para muitos adolescentes.
Aqui se recorda um grupo de alunos que em 1954 frequentava o 1º ano do Curso Complementar e Aprendizagem do Comércio, da Escola Industrial e Comercial de Estremoz, então instalada na Armaria de D. João V ao castelo (hoje pousada Rainha Santa Isabel).
Quem é que os identifica?
Cortesia de Mónica Pinto Barros
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Nos finais dos anos Sessenta do século passado, José Lopes e sua irmã Idália na companhia de Ricardina e família, gozando uma descontraída pausa, no Monte das Flores, Santa Maria, Estremoz.
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Estão magras e secas. Por culpa do Vento (nortada), diz quem sabe do assunto. Sardinhas, pois claro, que por esta altura do ano deveriam ser graúdas e gordas para, com um vaso de manjerico, uma fogueira a preceito, uma fava ou alcachofra, festejar Santo António (que já lá vai), S. João (que aí está) e S. Pedro (que há-de vir). Também Estremoz já viveu intensamente os três Santos Populares e em vários largos eram armados mastros e montados altares onde a criançada pedia «Um tostã'zinho p'ró Santo António». E teve marchas [Santiago, Castelo, Outeiro...], como esta de finais dos anos Quarenta princípios dos Cinquenta do século passado.
Cortesia de Adélia Falcato Alves
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No dia em que foi inaugurado o Palácio da Justiça de Estremoz, nos idos anos sessenta, estes quatro amigos, todos de São Lourenço de Mamporcão, no regresso à sua terra (“a cavalo na estrada”, que era o transporte mais popular e económico da época) fizeram uma pausa para marcar a data. A contar da esquerda: Joaquim Inácio Camões, Constantino Cortes, Reinaldo Canhoto e José Maria Cortes.
Os três primeiros eram elementos da Delegação de Estremoz da Cruz Vermelha e o Zé Maria cumpria o serviço militar no Regimento de Cavalaria 3.

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A uma jornada da imposição de faixas de campeões distritais (1ª divisão) à equipa sénior do Clube de Futebol de Estremoz, em jeito de homenagem, aqui se revivem outros tempos também de alegrias. A equipa júnior do CFE, no caso em deslocação ao Campo Sanches Miranda (Juventude de Évora, empate 1-1) em Abril de 1969, para o Torneio de Encerramento.
De pé: Isaulindo Bravo (treinador), José Ourelo (g.redes sup.), Basílio Tavares, João Albardeiro, Joaquim António, Cesaltino Ourelo e Cândido Rodrigues (g.redes). Em baixo: Augusto Cabaço, José Capitão Pardal [cedeu a foto], Carlos Mourão, Augusto Alabaça e Paiva das Neves. Jogaram, ainda, Teodósio Caeiro e Alvarino Silva, autor do tento “encarnado”.
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Numa tarde de princípios dos anos 50 do século XX, no Rossio de Estremoz, três atletas do Clube Futebol de Estremoz: dois como excepcionais guarda-redes – um de futebol, outro de hóquei. O do futebol, é o Emídio Mourinha (em pé), segue-se o Humberto Frade, talentoso médio que mais tarde se notabilizou no futebol angolano ao serviço do ASA de Luanda e do Ferrovia e, também, no Sporting de Braga. Ao meio, no banco, o g.r. do hóquei, Aurélio “Lela” Rato, que tem à esquerda outra conhecida figura da cidade: Manuel Ribeiro o popular Manel da P..., os dois já desaparecidos.
Em fundo, imediatamente à direita, o emblemático e “fino” Café Esplanada, equipamento que, após desmontado, foi trasladado para as Galveias (Ponte de Sôr), onde durante anos serviu como mercado coberto.
Foto cedida por Emídio Mourinha
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Fez no último domingo, 24 de Abril, 56 anos que esta foto foi batida em Estremoz, num momento muito especial para o grupo: A despedida de solteira de Modesta Estevinho que, embevecida, olha o seu noivo Benedito Dias. À direita, na foto, estão os tios (atrás) e os pais da noiva Jesuina e Gabriel Estevinho. Ao lado de Modesta as suas amigas Maria Luz Mota e Mimi Lapa com o então namorado Norberto Cachatra. Sentadas estão Bia Lapa e Maria José Pardana.
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Externato S. Joaquim (antigo Colégio do Mota) vs Escola Industrial e Comercial de Estremoz (ou o inverso, se se preferir). No final do ano lectivo de 1965/66, um jogo de Voleibol [na antiga M.P. a popular “Bufa”, na Rua da Cruz Vermelha] entre os dois Estabelecimentos de características diferentes, selava uma amizade que só o Desporto Escolar conseguia.
Um bom exercício de memória é tentar 'descobrir' quem são os atletas.
45 anos passados, a 'desforra' está marcada para o próximo dia 23 (sábado), no (re)Encontro de antigos e actuais alunos. Agora, com algumas proeminentes barriguinhas, muito cabelinho grisalho ou luzidias carequinhas, vai ser bonito, vai!
Foto cedida por Joaquim Robalo
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Anos sessenta do século passado, quando o Desporto Escolar era uma realidade inter-estabelecimentos de ensino.
No caso, a equipa feminina de voleibol da então Escola Industrial e Comercial de Estremoz (actual Secundária) numa deslocação ao Colégio das Doroteias em Évora.
Que é feito das meninas voleibolistas? Alguém lhes comunique que estão convocadas para o (re)Encontro dia 23 de Abril 2011.
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Esta chapa terá sido batida nos anos 40/50 do século 20 e o convívio destes cidadãos estremocenses meteu Fado, a fazer fé na guitarra e na viola. Será que os fumadores já eram “personae non gratae»? Parece terem sido “empurrados” para a direita do grupo.
Entre os convivas, que a memória do dono da foto ainda consegue identificar, estão o seu pai Álvaro Vitória; Joaquim Panaças [do Águias D'Ouro] e seu filho Narciso; Carreço Simões; Tomé (loja do boneco]; António Sardinha; Luís Rosado; o chefe do cartório [Dr. Queiroz? Pelágio Fragoso?].
Foto cedida por Álvaro Silva Ângelo
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Eram os “loucos anos 60” e, no velhinho campo de S. João de Deus [onde é o centro de saúde], tempos de “gloriosas” tardes de futebol em Estremoz. Atente-se na assistência (era assim em redor do campo todo). Em fundo a hoje Escola Secundária era ainda uma amálgama de andaimes e vigas mestras.
Pelo CFE «sorriam às dificuldades»: Emídio Mourinha (guarda-redes), Josué Teixeira, Humberto Frade, Isaías Parreira, Víctor Seixal, Torrado Simões e Artur. Em baixo: Francisco Onório, Carlos Marques, João Anjinho, Augusto Batalha [jogador-treinador que levou o Estremoz à 3ª Nacional] e Carlos Velez.
Foto cedida por Emídio Mourinha

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Para os oito adeptos do desporto de que Santo Huberto é patrono, os pombos foram o objectivo. Era dia 21 de Fevereiro de 1981 e um deles completava vinte anos. Dia de festa com direito a chapa para a posteridade.
Em pé: Manolo Ferreira, Carlos Ferreira, Fernando Ferreira, António Ferreira e Manuel Farrapa “Pilh'ó-pato”. Em baixo José Oliveira “Zé Mau”, José Paulino “Esgalha” e o aniversariante Caetano Ferreira que, 30 anos depois, cedeu a foto para publicação.
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«Já se acabou à'zêtona /Já se ganhou o denheiro /Dêmos vivas ao patrão /E tamém ò manajêro», assim se cantava, em dia de 'Acabamento' da azeitona, nos ranchos que se tinham dedicado a tal tarefa. E, habitualmente com festa rija. Os maiores de 50 anos, em particular os mais ligados à vida do campo, ainda se lembrarão bem desses tempos.
Aqui fica a recordação do 'Rancho do Senhor Rocha', numa chapa batida no Olival da Cruz, Veiros, dia 20 de Janeiro de 1950, e de que faziam parte Francisco Silveira, Rosária Ferreira e Mª. Ludovina Silveira, de 56, 43 e 19 anos, respectivamente.
Cortesia de Isabel Belchior
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A reprodução de hoje quase escusava comentários.
Agora que as noites no “escurinho” regressaram ao Bernardim Ribeiro, de Estremoz, recuemos quase 40 anos – quinta-feira, 12 de Novembro de 1970 – para relembrar a exibição de «Maria Isabel», “Um filme onde há um pedaço do coração de todas as mulheres!
Lindo!
Cortesia de Luís Poupas
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Porque de momento o melhor que temos são recordações, vamos dar um pontapé na crise e recordar os bons velhos tempos.
Equipa do Brados do Alentejo/Vitorino Marques Alves, com Carlos Bilro, 'Violeta', Quim Frade, 'Careca' e o saudoso 'Bagida' [redactor e coordenador do desporto no Brados]. Vieira dos Santos, Ângelo, Figo, 'Zedonáite' e 'Calita'', que em 1990 se 'ficou' pelo 5º lugar no Torneio de Futebol de Salão, promovido pelo Núcleo de Árbitros da Zona dos Mármores 'Prof Jorge Pombo', no Pavilhão Desportivo do Caldeiro.
Cortesia de Maximina Vendas

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Pelas 'mãos' deste grupo, agora a gozar as merecidas aposentações, 'passaram' gerações de crianças, hoje homens e mulheres que pontificam nas diversas profissões e actividades, em especial no concelho de Estremoz.
Foram eles e elas, professores do 1º ciclo do Ensino Básico, que durante dezenas de anos foram lançando nas mentes dos seus juvenis alunos as primeiras sementes da Cultura e da Educação, que os preparou para a Vida.
Obrigado pelo que nos ensinaram!

BRADOS 751
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