LUÍS ASSIS

 

 

 

Não ao futuro imposto!
O nosso futuro não pode ser imposto, aliás, tal é inaceitável e inadmissível num sistema democrático de um Estado de Direito.
O que temos vindo a assistir no que se refere à “reforma” do sistema educativo português é uma verdadeira imposição de um sistema que de educativo nada tem, numa tentativa de nos impor um futuro que ninguém quer.
O governo do PS elaborou um sistema “educativo” contra natura, idealizado para uma sociedade que não existe, para uns alunos que não existem, para uns professores que não existem e para uma escola que não existe, a não ser na cabeça do eng. Sócrates, pelo que, completamente desfasado da realidade da vida.
A chamada reforma educativa não passa só pelo sistema de avaliação de desempenho dos professores, passa também, pelos manuais escolares, pelos programas das disciplinas, pelo estatuto do aluno, pela autonomia da escola, pelo respeito dos professores e pela sua autoridade.
Nada disto tem sido feito pelo governo PS, no sentido do que deveria ter sido feito para melhorar o sistema educativo português.
Assistimos a uma imposição de um modelo que não serve a ninguém a não ser aos objectivos do PS para uma sociedade que imaginou, mas que não existe, e que insiste impor a Portugal.
Claro está que a resposta da sociedade real foi a óbvia, a de que não aceita imposições arbitrárias de modelos que nada têm de real e de aplicáveis à realidade concreta da vida, o que criou uma onda de indignação de todo um sector da sociedade portuguesa, porque ninguém se revê no dito modelo.
O CDS optou pela via oposta, isto é, primeiro ouviu a sociedade, no caso, a comunidade educativa, depois foi ver o que se fazia, discutiu as suas ideias com os intervenientes e os destinatários das futuras propostas legislativas, para, por fim, vir apresentar um modelo de sistema educativo real e realista, que tem em consideração a realidade da sociedade onde se insere e que promove a melhoria do sistema de ensino, da sua qualidade e da preparação do futuro de Portugal.
Veja-se a conferência de imprensa do Dr. Paulo Portas constante do site do CDS.
As propostas legislativas do CDS são o exemplo de uma oposição construtiva que, não concordando com as propostas do governo PS, as critica mas, simultaneamente, apresenta alternativas, sem medo de terceiros.
O CDS apresenta um futuro que foi previamente partilhado com os portugueses, construído com eles e para eles.

BRADOS 701 - 27 NOVEMBRO 2008

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Caricato!
O executivo PS como nada tem feito pelo desenvolvimento económico do concelho, resolveu agora armar-se em regulador do mercado. É verdade! Como anda tão assoberbado de trabalho, resolveu que ainda tinha tempo para ser regulador.
Como o executivo nada tem feito em prol da preservação do património camarário, resolveu regular o mercado da compra e venda imobiliário privado, prevalecendo-se do facto de Estremoz ter sido declarada área crítica de recuperação.
É curioso verificar que as instalações dos estaleiros da Câmara estão a cair, com inúmeros problemas, mas volvidos três anos de exercício de funções, o executivo PS nada fez, continua tudo na mesma. Se calhar teremos brevemente um estudo que aponta para um orçamento elevado que não pode ser realizado por falta de verba do orçamento camarário, fruto da não aprovação da derrama para o ano de 2009.
Outro exemplo gritante é o da antiga casa da Câmara, sita no castelo, edifício de elevado valor histórico e patrimonial, que por isso mesmo está votado ao mais completo abandono, de tal forma que hoje só restam as paredes exteriores. Também para este caso não há dinheiro para a sua recuperação, pelo que terá que aguardar melhores dias ou outras derramas.
O executivo do PS afirmou que sem a cobrança da derrama de 2009 este teria sérias dificuldades em manter os apoios às actividades culturais, sociais e desportivas do concelho e às respectivas associações, devendo ser quase certo que os valores das comparticipações e subsídios iriam diminuir fruto da “maldade” da CDU e do PSD.
Estes são apenas pequenos exemplos da total ausência do executivo PS e, por isso, resolveu intervir, para mostrar trabalho, exercendo o direito de preferência na venda de prédios sitos na cidade, com o fundamento, pasme-se, de regular o mercado!!??!!
Em vez de ter estas ideias mirabolantes, gastando dinheiro que diz não ter, o executivo PS deveria deixar funcionar o mercado, promovendo a pouca actividade económica que vai restando no concelho, uma vez que o privado que adquirisse o prédio iria fazer obras no mesmo, originando, assim, trabalho para outras actividades como sejam, a construção civil, e todas as que estão relacionadas com a mesma.
Não. Em vez disso, o executivo do PS prefere gastar dinheiro, na última que conheço foram €: 25.000,00, em aquisições de prédios para depois terem o mesmo destino do da antiga casa da Câmara ou dos estaleiros de obras, isto é, serem votados à ruína!
Com a agravante de esta última aquisição se situar no Bairro de Santiago, cuja situação é por demais conhecida, mas que ainda não teve o mérito de ser contemplada na agenda empreendedora do executivo PS.
Ora, já que o executivo PS nada faz pelo Bairro de Santiago, ao menos podia permitir que outros o fizessem. Mas não. O executivo PS não faz, e mais ninguém pode fazer. Porquê tanta raiva com o Bairro de Santiago!?
É caricato. Não há dinheiro para as actividades culturais, sociais e desportivas, mas há dinheiro para comprar casas.
O executivo PS marca, como regulador de mercados!

BRADOS 700 - 13 NOVEMBRO 2008

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Batota!
O mínimo que se pode dizer da atitude do executivo camarário do PS relativamente à questão do projecto do Rossio é que a mesma é batoteira, senão vejamos.
O executivo do PS fez aprovar na reunião de Câmara de 1/10/2008 a adjudicação do projecto e a respectiva minuta de contrato, relativamente ao projecto que venceu o concurso de ideias para o Rossio e Largos Adjacentes, argumentando que não queria ficar vinculado às opiniões dos Estremocenses, para ser obrigado a fazer alterações, decorrentes da discussão pública prévia à sua aprovação em reunião de câmara.
O executivo do PS teve medo do abaixo-assinado que está a recolher assinaturas para pedir a discussão pública do projecto, e não para se decidir da sua aprovação ou rejeição, com vista a participação dos Estremocenses numa obra e num local que é importante para eles, pelo que resolveu aprovar a adjudicação do projecto antes que fosse tarde de mais.
Assim o pensou melhor o fez, como poderão verificar da acta da reunião de Câmara de 1/10/2008, mas nada disse a ninguém quando deu a conhecer que iria fazer uma sessão pública de apresentação e discussão do projecto, nem mesmo na própria sessão em si, omitindo, livre, deliberada e conscientemente que já tinha aprovado a adjudicação do projecto.
Depois da decisão tomada, aparece, qual magnânime, a dispor-se a discutir com os Estremocenses o projecto, quando já nada há para discutir, uma vez que as opiniões dos Estremocenses deixaram de ter qualquer valor, pois não são vinculativas.
O executivo PS não quis submeter-se ao veredicto democrático dos Estremocenses, decidindo primeiro, apresentando o facto consumado.
Estranha forma esta de fazer democracia. Estranha forma esta de ser democrata em que primeiro decide e depois finge que ouve os Estremocenses!
Que dirão os Estremocenses que se deslocaram ao Teatro e os restantes, que pensavam que a sua opinião era importante para uma eventual alteração do projecto apresentado e depois vêm a saber que a sua opinião não conta para nada, que o executivo do PS não lhe dá qualquer importância, pois quer impor o projecto dele, que só ele aprovou, com dois votos, e mais nada.
Curiosa foi a posição dos vereadores da CDU e do PSD que batalharam e argumentaram a favor da discussão pública do projecto antes da Câmara decidir a sua adjudicação, com argumentos válidos e pertinentes, mas depois, quando se chegou à votação, abstiveram-se. Eu teria votado contra.
Esta é a democracia do PS.
Esta é a marca do executivo PS!

BRADOS 699 - 30 OUTUBRO 2008

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