Não
ao futuro imposto!
O nosso futuro não pode ser imposto, aliás, tal é
inaceitável e inadmissível num sistema democrático
de um Estado de Direito.
O que temos vindo a assistir no que se refere à “reforma”
do sistema educativo português é uma verdadeira imposição
de um sistema que de educativo nada tem, numa tentativa de nos impor
um futuro que ninguém quer.
O governo do PS elaborou um sistema “educativo” contra natura,
idealizado para uma sociedade que não existe, para uns alunos
que não existem, para uns professores que não existem
e para uma escola que não existe, a não ser na cabeça
do eng. Sócrates, pelo que, completamente desfasado da realidade
da vida.
A chamada reforma educativa não passa só pelo sistema
de avaliação de desempenho dos professores, passa também,
pelos manuais escolares, pelos programas das disciplinas, pelo estatuto
do aluno, pela autonomia da escola, pelo respeito dos professores e
pela sua autoridade.
Nada disto tem sido feito pelo governo PS, no sentido do que deveria
ter sido feito para melhorar o sistema educativo português.
Assistimos a uma imposição de um modelo que não
serve a ninguém a não ser aos objectivos do PS para uma
sociedade que imaginou, mas que não existe, e que insiste impor
a Portugal.
Claro está que a resposta da sociedade real foi a óbvia,
a de que não aceita imposições arbitrárias
de modelos que nada têm de real e de aplicáveis à
realidade concreta da vida, o que criou uma onda de indignação
de todo um sector da sociedade portuguesa, porque ninguém se
revê no dito modelo.
O CDS optou pela via oposta, isto é, primeiro ouviu a sociedade,
no caso, a comunidade educativa, depois foi ver o que se fazia, discutiu
as suas ideias com os intervenientes e os destinatários das futuras
propostas legislativas, para, por fim, vir apresentar um modelo de sistema
educativo real e realista, que tem em consideração a realidade
da sociedade onde se insere e que promove a melhoria do sistema de ensino,
da sua qualidade e da preparação do futuro de Portugal.
Veja-se a conferência de imprensa do Dr. Paulo Portas constante
do site do CDS.
As propostas legislativas do CDS são o exemplo de uma oposição
construtiva que, não concordando com as propostas do governo
PS, as critica mas, simultaneamente, apresenta alternativas, sem medo
de terceiros.
O CDS apresenta um futuro que foi previamente partilhado com os portugueses,
construído com eles e para eles.
BRADOS
701 - 27 NOVEMBRO 2008
vVOLTAR
AO TOPOIUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
IIUCOMENTAR*
Caricato!
O executivo PS como nada tem feito pelo desenvolvimento económico
do concelho, resolveu agora armar-se em regulador do mercado. É
verdade! Como anda tão assoberbado de trabalho, resolveu que
ainda tinha tempo para ser regulador.
Como o executivo nada tem feito em prol da preservação
do património camarário, resolveu regular o mercado da
compra e venda imobiliário privado, prevalecendo-se do facto
de Estremoz ter sido declarada área crítica de recuperação.
É curioso verificar que as instalações dos estaleiros
da Câmara estão a cair, com inúmeros problemas,
mas volvidos três anos de exercício de funções,
o executivo PS nada fez, continua tudo na mesma. Se calhar teremos brevemente
um estudo que aponta para um orçamento elevado que não
pode ser realizado por falta de verba do orçamento camarário,
fruto da não aprovação da derrama para o ano de
2009.
Outro exemplo gritante é o da antiga casa da Câmara, sita
no castelo, edifício de elevado valor histórico e patrimonial,
que por isso mesmo está votado ao mais completo abandono, de
tal forma que hoje só restam as paredes exteriores. Também
para este caso não há dinheiro para a sua recuperação,
pelo que terá que aguardar melhores dias ou outras derramas.
O executivo do PS afirmou que sem a cobrança da derrama de 2009
este teria sérias dificuldades em manter os apoios às
actividades culturais, sociais e desportivas do concelho e às
respectivas associações, devendo ser quase certo que os
valores das comparticipações e subsídios iriam
diminuir fruto da “maldade” da CDU e do PSD.
Estes são apenas pequenos exemplos da total ausência do
executivo PS e, por isso, resolveu intervir, para mostrar trabalho,
exercendo o direito de preferência na venda de prédios
sitos na cidade, com o fundamento, pasme-se, de regular o mercado!!??!!
Em vez de ter estas ideias mirabolantes, gastando dinheiro que diz não
ter, o executivo PS deveria deixar funcionar o mercado, promovendo a
pouca actividade económica que vai restando no concelho, uma
vez que o privado que adquirisse o prédio iria fazer obras no
mesmo, originando, assim, trabalho para outras actividades como sejam,
a construção civil, e todas as que estão relacionadas
com a mesma.
Não. Em vez disso, o executivo do PS prefere gastar dinheiro,
na última que conheço foram €: 25.000,00, em aquisições
de prédios para depois terem o mesmo destino do da antiga casa
da Câmara ou dos estaleiros de obras, isto é, serem votados
à ruína!
Com a agravante de esta última aquisição se situar
no Bairro de Santiago, cuja situação é por demais
conhecida, mas que ainda não teve o mérito de ser contemplada
na agenda empreendedora do executivo PS.
Ora, já que o executivo PS nada faz pelo Bairro de Santiago,
ao menos podia permitir que outros o fizessem. Mas não. O executivo
PS não faz, e mais ninguém pode fazer. Porquê tanta
raiva com o Bairro de Santiago!?
É caricato. Não há dinheiro para as actividades
culturais, sociais e desportivas, mas há dinheiro para comprar
casas.
O executivo PS marca, como regulador de mercados!
BRADOS
700 - 13 NOVEMBRO 2008
vVOLTAR
AO TOPOIUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
IIUCOMENTAR*
Batota!
O mínimo que se pode dizer da atitude do executivo camarário
do PS relativamente à questão do projecto do Rossio é
que a mesma é batoteira, senão vejamos.
O executivo do PS fez aprovar na reunião de Câmara de 1/10/2008
a adjudicação do projecto e a respectiva minuta de contrato,
relativamente ao projecto que venceu o concurso de ideias para o Rossio
e Largos Adjacentes, argumentando que não queria ficar vinculado
às opiniões dos Estremocenses, para ser obrigado a fazer
alterações, decorrentes da discussão pública
prévia à sua aprovação em reunião
de câmara.
O executivo do PS teve medo do abaixo-assinado que está a recolher
assinaturas para pedir a discussão pública do projecto,
e não para se decidir da sua aprovação ou rejeição,
com vista a participação dos Estremocenses numa obra e
num local que é importante para eles, pelo que resolveu aprovar
a adjudicação do projecto antes que fosse tarde de mais.
Assim o pensou melhor o fez, como poderão verificar da acta da
reunião de Câmara de 1/10/2008, mas nada disse a ninguém
quando deu a conhecer que iria fazer uma sessão pública
de apresentação e discussão do projecto, nem mesmo
na própria sessão em si, omitindo, livre, deliberada e
conscientemente que já tinha aprovado a adjudicação
do projecto.
Depois da decisão tomada, aparece, qual magnânime, a dispor-se
a discutir com os Estremocenses o projecto, quando já nada há
para discutir, uma vez que as opiniões dos Estremocenses deixaram
de ter qualquer valor, pois não são vinculativas.
O executivo PS não quis submeter-se ao veredicto democrático
dos Estremocenses, decidindo primeiro, apresentando o facto consumado.
Estranha forma esta de fazer democracia. Estranha forma esta de ser
democrata em que primeiro decide e depois finge que ouve os Estremocenses!
Que dirão os Estremocenses que se deslocaram ao Teatro e os restantes,
que pensavam que a sua opinião era importante para uma eventual
alteração do projecto apresentado e depois vêm a
saber que a sua opinião não conta para nada, que o executivo
do PS não lhe dá qualquer importância, pois quer
impor o projecto dele, que só ele aprovou, com dois votos, e
mais nada.
Curiosa foi a posição dos vereadores da CDU e do PSD que
batalharam e argumentaram a favor da discussão pública
do projecto antes da Câmara decidir a sua adjudicação,
com argumentos válidos e pertinentes, mas depois, quando se chegou
à votação, abstiveram-se. Eu teria votado contra.
Esta é a democracia do PS.
Esta é a marca do executivo PS!
BRADOS
699 - 30 OUTUBRO 2008
vVOLTAR
AO TOPOIUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
IIUCOMENTAR*
*Insira
o título do texto que deseja abordar e deixe o seu comentário. |
|