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O Boneco mostra... |
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Um
enigma estremocense:
Aqui
jaz o que supostamente seria um passeio (neste caso a falta dele), que
já motivou a queda de algumas pessoas de mobilidade reduzida
que costumam frequentar o Centro Saúde de Estremoz.
Bagunça na Rua D. Vasco da Gama. Contentores de lixo, “ruínas”,
grades e estacionamento. “Não haverá modos de regular
a coisa e melhorar a circulação de viaturas e a segurança
das pessoas?”, pergunta o leitor que alertou para a situação.
Mais
um potencial perigo dos que por aí abundam à espreita
no espaço público. Estremoz,
Caminho entre a Escola do Caldeiro e o Centro Social. Out/2011
Renovada
e completa a passadeira mostrada pelo boneco anterior. Trabalho executado
pela Câmara Municipal de Estremoz, apesar de não ser da
sua competência, como lembra numa nota que nos enviou.
Passadeiras só em metade. Será também uma imposição
da troika?
O
acesso ao castelo de Evoramonte é uma prova de salto entre os
buracos, empilhadores e paletes.
Abençoado
sejas tu, lixo... e bem-aventurados os porcos que aqui te deixam.
Um
novo sinal de trânsito...
Uma
das entradas na “cidade branca” de Estremoz. Deveria ser
uma entrada nobre, mas, pela amostra, não passa de uma suja e
descuidada plebeia. Coitadita, cheia de inveja das suas outras três
irmãs.
Uma
caldeira inoperante que, tudo o indica, terá os dias contados.
O
relógio solar situado entre o lago e o jardim público,
novamente vítima de vandalismo. O gnómon (peça
metálica que serve para marcar as horas) mais uma vez foi furtado.
Depenadas,
como as finanças nacionais, as árvores da Mata de Vila
Viçosa depois da poda radical que lhe deram.
Mostra Março,
2011-03-28
Mostra
Finalmente
a construção dos passeios, longamente reclamados, na Estrada
de S. Domingos, desde o viaduto sobre a linha do caminho de ferro até
ao Parque de Feiras e Exposições.
Mais
uma lixeira clandestina. Assim se vai tratando o ambiente.
Uma
dúvida: Será que estes dois participantes no I Passeio
TT “Portas de Santa Catarina” estão atascados ou...
“a dar de beber aos cavalos”?
Mutilado,
triste e abandonado à beira do caminho, o decrépito tanque
bem podia ser transformado numa floreira e alegrar o ambiente, conforme
sugere quem nos remeteu a foto.
Ao
contrário do que possa parecer este carro está, e esteve,
estacionado.
Preocupações
estético-ambientais ou apropriação abusiva do espaço
público? BRADOS
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